segunda-feira, 25 de março de 2013

Marketing em Vida

Uma Mídia Eficáz, um Canal sem Mistura.
 
 
Você sabe o que ocorreu no verão de 1880 em Nova Iorque ? Primeiro quero falar sobre o meu assombro contemplativo no que diz respeito as redes sociais, convenhamos, os resultados dos "Informes" circulados por elas numa grande e pesada proporção, não são nada sociais. É o que chamo de " Canal com Mistura ", em outra oportunidade posso falar sobre ele. Mas deixe-me compartilhar com você uma história fantástica registrada em um livro que li há alguns anos atrás, (Seara em Fogo - Edwin Moody) Tentarei copilar de forma pontual um evento ocorrido nesta data e ano. Quero que você viaje comigo nesta intrigante, mas real história da vida de Moody, de um reporte do "Globe Democrat" de New Iorque e Valentine Burke. 
Se você conseguir enchergar, nesta narrativa verá um precioso homem de divulgação, Moody, centrado e claro do que tinha que anunciar (O Evangelho),
o reporte de um jornal realizando uma publicidade que ele mesmo não gostava, a qual fôra obrigado pelo redator chefe de taquigrafar cada palavra reletada por Moody em uma sala apertada, cheia de pessoas angulosas, se esmagando com os cotuvelos, e ainda mais, teria que redigi-la para publicação no Jornal da manhã seguinte. Comentava-se que a raiva que ele tinha do pregador era tão grande que naquela noite ele mudará o título da pregação de Moody, para que assim podesse dormir com a alma satisfeita com a perversidade disfarçada no suposto erro tacográfico. Tentarei agora relatar de forma mais íntegra os paragrafos desta história.
Após ter publicado o texto de Moody com o intusiasmado Título: " Como o Carcereiro de Filipos foi Apanhado " para quem conhece a história sabe perceber a crítica e zombaria desta inversão. Bem, no dia seguinte um notório criminoso chamado Valentine Burke lia fastiosamente o "Globe" no conforto relativo de sua cela onde aguardava mais um julgamento. Em quarenta anos de vida, passara vinte à sombra, cumprindo sentenças sempre justas, nos mais variados lugares, pelos mais variados crimes. Naquela noite porém, preso em uma pequena aldeia de illinois onde o carcereiro mais odiado de sua vida estava presente, ao passar os olhos no artigo: "Como o Carcereiro de Filipos foi Apanhado", animou-se em ler pensando; Ah! pois então aquele bandido também pagará o dele? Enveredou pela notícia, numa expectativa agradável com que abrimos uma carta há muito desejada. Leu umas linhas, e sua testa se franziu, perplexo. Ou ele ou o reporter, um dos dois estava louco. A que propósito vinha esses casos antigos na reportagem? E essa frase inoportuna: "Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa". Pulou tudo, e correu os olhos para o fim: "Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa". Voltou ao cabeçalho da folha: era o número do dia. E só depois de ler novamente foi que Burker compreendeu o escrito: não era notícia policial, era sermão, e o maldito carcereiro de Filipos, ou o de "Illinois", pensou ele, longe de ter sido apanhado, continuava no gozo pleno e tranquilidade da liberdade. Buker ergueu os olhos para as grades; fora, um céu claro e macio, riscado pelo vôo lijeiro das áves. Amassou o jornal, atirou-o ao asoalho e pisou-o com fúria. Atarantado o encarcerado entercalou passos longos e eternos, cruzando e recruzando a cela. As tábuas rangeram sob seu passos, e durante horas aquelas palavras nove vezes repetidas no sermão lhe martelaram a alma: "Crê no Senhor Jesus e seras Salvo tu e tua casa" Caíram sobre a cidade as sombras da noite. A sala onde Moody pregava novamente se encheu, e vibrou sob o fascínio da palavra daquele poderoso varão do Senhor. Mais uma vez se fazia presente aquele que os dedos se enrijeciam e queimavam como brasas ao registrar as palavras de um novo sermão de Moody.
Era quase meia noite quando, na cela de sua prisão, Valentine Burker caiu de joelhos e se entregou a misericórdia de Cristo. Crera no Senhor Jesus. Estava salvo.
Quando, no domingo, alguns cristãos pregavam o evangelho da graça na mesma cadeia, foi por eles constatado o testemunho de Valentine Burke, o qual confessará ter tido uma experiência interior com Cristo. Este comentário chegou aos ouvidos do Sheriff. Dias depois o "Gatuno" como era chamado, foi liberado por falta de provas. O sheriff por sua vez pôs um detetive em seu encalço pois dizia ele; basta paciência e vigilância que o pegaremos em flagrante. Valentine Burke saiu pelo mundo em busca de emprego, mas quem já ouvira falar dele não confiara em sua afirmativa. Valentine Burke era mesmo um sujeito mal encarado, e ele mesmo começou a desconfiar que, com aquela catadura jamais lhe dariam emprego. E um dia em desespero de causa, caiu de joelhos e pediu a Deus ... que disfarçasse um pouco aquela feiúra, pois ele precisava de emprego, e queria viver honestamente. E depois dessa oração embarcou para Nova Iorque.
Meses depois descia do trem em St. Louis, quando um agente policial bem conhecido, o agarrou pelo ombro e disse; Burke, venha comigo. " Arranjaram provas", pensou Burke.
O agente disse: O sheriff não está com má cara, mas quem sabe o que ele pensa, sempre muda de humor, vamos. Desta vez estou perdido, pensou Burke. Ao chegar na delegacia, indagou o sheriff; Onde você tem andado ? Em Nova Iorque, doutor, respondeu Burke. Fazendo o quê ? , Procurei emprego, trabalhei uns tempos, ultimamente fiquei outra vez sem serviço. E sempre crente ? Perguntou o sheriff.  Sempre crente seu cheriff, repondeu Burke. Então explodiu a bendita bomba na cabeça do desprevenido e crente Valentine Burke. Mudando o tom de voz, de forma grave lhe comunicou; Mandei vigia-lo e tenho provas incontestáveis que o que você diz é verdade. Mandei chama-lo porque quero que você trabalhe aqui na polícia como meu auxiliar. No mesmo instânte, Valentine Burke curvou as pernas tremulas e desabou num ofegante clamor de gratidão a Cristo, e as lágrimas corriam entre os solussos de alegria.
Quinze anos depois Moody volta a St. Louis em nova campanha de Pregação do Evangelho. Naquela ocasião um dos evangelistas que acompanhava Moody não pode vir com ele, a Igreja que o apoiara para realização da campanha surgeriu a Moody que colocasse em seu lugar um esplêndido cristão de St. Louis, um tesoureiro da polícia. Moody o convidou, mas o delegado mandou dizer que naquela noite não seria possível dispensar o tesoureiro: acabavam de receber um joalharia em penhora, e o funcionário de confiança para guarda-la era exatamente o tesoureiro da chefia, Valentine Burke.
Neste mesmo ano Burke veio a falecer. Um cristão amigo tinha em suas mãos duas fotografias bem distintas; uma, de um gatuno mal encarado e outra de um homem de fisionomia franca e boa. Entre elas um bilhete que dizia:"Note a diferença entre as fotografias que remeto. Veja quanto cristo fez pelo maior pecador". E no verso de uma delas estava escrito: "Ele levanta do pó ao pobre, e do munturo ergue o necessitado, para o fazer sentar com os príncipes do seu povo" A comunhão com Cristo dera ao ex-gatuno uma nova personalidade, e até a expressão fisionômica fora mudada pelo poder da vida interior.  Esta é uma história das muitas reias acontecidas em muitos lugares, e em muitas partes do mundo. Ao lê-la novamente me emociono muito, e percebo a eficácia do canal utilizado por Deus para a propagação do evangelho, um canal sem mistura, direto de uma redação para uma cadeia, assim as palavras escritas se tornam inscritas nos corações dos que em apronto a recebem. Você pode dizer muita coisa sobre esse artigo, mas te afirmo, tenho visto muitas técnicas e aplicativas no meio Comercial, Publicitário e de Marketing, mas até hoje não vi nenhuma ação que alcançasse o seu público de maneira plena e total. Hoje a mídia e os esquemas publicitários se utilizam de formatos e caminhos sem princípios e sem respeito as famílias, as crianças, aos idosos. Vejam as propagandas televisivas, não tem problema se forem disrespeitosas ou pornográfias, tendo uma piadinha tá legal. Que os profissionais de Marketing atuais possam pensar nisso: montem suas estratérgias dentro do que é educativo, com valores e princípios e vocês veram o resultado de uma mídia em um canal sem mistura, honesto e eficáz, que alcança as pessoas de forma verdadeira e sadia. Pensemos nisso.
 
 
Por: Gladstone Campos
       Profissional em Marketing 
 
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segunda-feira, 11 de março de 2013

Marketing em Vida

      
Criança a Alma do Negócio

 
Ao assistir o documentário " Criança a Alma do Negócio " (vídeo) no Youtube inserido por André Jobim, pude enchergar os dois lados cíclicos inrresponssáveis e contundentes de uma mesma moeda.
Primeiro vemos claramente o papel do Marketing direcionando a publicidade para o caminho mais excelente e eficaz na atuação propagandistica, esta é a função do Marketing. Então vemos a publicidade atingindo o consumidor mais vulnerável e mais promissor; as crianças. Nesta pesquisa a Industria descobriu que a criança é muito mais fácil de ser convencida, estimulada e manipulada que um adulto.  Por esse motivo tem surgido e crescido de forma vertical as empresas que estão diretamente ligadas a industria do entretenimento, tecnologia e consumo pessoal. As propagandas falam direto as crianças com uma linguagem que as induzem a vontade de poder e as estimulam a possuir este desejo. Acredito este ser um dos fatores que nesta década tenha acelerado o processo de degradação da naturalidade orgânica da vida de toda Humanidade. Digo um dos fatores, sei que ocultamente existem mais. Analise comigo, crianças com cinco anos de idade se vestem e se maquiam como mulheres adultas, não brincam de tica/correr, para não se sujar, ficam em grupos seletos discutindo sobre quem tem mais barbe ou o sapato da rebelde mais bonito, ou a marca de celular mais cara e com mais recursos tecnológicos. A maioria delas não sabem o que é uma lagarta ou mesmo uma minhoca, e tem mais, entre os meninos, o mais forte e poderoso é aquele que tem os carros da hot wheels, tênis do ben 10 e que come no Mac Donald's, eles preferem comer salgados e refrigerantes, e conhecem todos os tipos, mas se você perguntar sobre o que é um xuxú, e outros legumes ou frutas a maioria deles não saberam lhe responder. Existe muitos pormenores que tem passado desapercebido pelos pais, educadores e a sociedade como estado legal e moral.
O segundo e mais crucial elemento impulsionante para este real desequilíbrio é a perca do limite. Costumo falar que é a perca da noção do perigo. Os jovens estão apenas exercendo a cultura e aprendizado inadequado que lhes foi cedido por seus pais, que por conseguinte receberam dos seus. Existe pouco respeito, pouca utilização dos princípios morais e legais. Tenho falado que tudo é uma questão de vida, e volto a afirmar que assim é. Seria fácil dizer que a culpa é das mães que educaram suas filhas cheias de queres e vontades sem lhes porem limites, seria fácil culpar um pai que não acompanhou o filho e não lhe mostrou que atirar com um revolver de brinquedo e matar os amiguinhos não é correto. Quero levar você a ponderá sobre estas questões, que vai mais além que as propagandas que estimulam crianças a viverem em um mundo consumista de irrealidade sem responsabilidade. Quero levar você a pensar sobre a maneira que você tem ensinado aos seus filhos sobre o respeito, o limite e sobre o valor da vida humana. E se você não tem filhos, ajude a seu amigo ou parente a enchergar todos estes pequenos itens cruciais, pois muitas das crianças de hoje serão pais no futuro e também profissionais. ( assista o vídeo abaixo, é vital )
 
 
Por: Gladstone Campos
Profissional em Marketing
 
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Marketing em Vida

Mais Regras. Agora do Imposto de Renda.
Mais Informações Para Você.
 
 
 
O Leão do Imposto de Renda
 
 
O Nosso amigo Valdolírio, Consultor e Palestrante tecno-motivacional, se assim podemos discrimina-lo, pois acho esse termo imenso e abstrato, mas isso agora não vem ao caso, mesmo sabendo que seus atributos profissionais daria para preencher várias linhas deste pequeno comentário que vou relatar agora. Em um determinado treinamento realizado por nossa empressa para (68) sessenta e oito pretensos candidatos para o setor de vendas, ele fez em um determinado momento a seguinte pergunta para um dos participantes que se encontrava na primeira fileira; " você hoje, acordou como um Leão ou como um Veado ?", todos se assustaram, inclusive eu, mas o receptor da pergunta ficou constrangido e disse:   " acho que como um Leão "  Então continuou Valdo, alguns aqui nesta sala acordaram como um Leão e outros como um Veado. O veado levanta cêdo, se prepara, monta as estratérgias e corre para não ser comido, já os leões que são ráros, se levantam mais tarde um pouco, observa o ambiente propício e corre para comer, o veado é cláro. - Na verdade a vida pode nos proporcionar vários tipos de situações onde em alguns periodos estaremos correndo para não ser comido, são muitos os compromissos assumidos, as responsabilidades e comprometimentos, tanto pessoal como financeiro. Mas em outros momentos estaremos por cima, como o leão. É na hora da estabilidade, quando conseguimos reestabelecer a ordem profissional e financeira, é neste momento que precisamos lembrar que já corremos muito, como o veado, e assim, ponderá e agir de forma comedida, lembrando do que passamos, trazendo a memória o esforço de todo o trabalho realizado, solidificando a conciência, e afirmando a mente que não é mais hora para desperdicios, vaidades e ostentações. Quando chegarmos neste momento, seremos como o Leão, apenas um foco, pegar sua presa, ou seja: " comer o veado ".
 
 
Por: Gladstone Campos
Profissional em Marketing.
 
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